Anderson Alves, DSM Campinas (SP) – Histórias de segurança

O Anderson é a prova de como conhecimento adequado e preparo são fundamentais para uma atitude correta quando acontece um incidente. Conheça um pouco da história dele e o relato de como ele fez a diferença diante de momentos decisivos para a vida de muita gente. 

Transcrição:

Eu me chamo Anderson Alves e faço parte do time da DSM na cidade de Campinas (SP). Falar da DSM é um privilégio muito grande, eu vim lá do interior da Bahia, tive a oportunidade de entrar nessa empresa e participo dos treinamentos até hoje. Faço parte do time da Brigada e já tive várias experiências sobre o tema segurança. 

Certa vez, eu estava em uma borracharia e vi um quiosque pegando fogo. Tinham muitas pessoas no local e elas queriam apagar o fogo de qualquer jeito. Eu fui até o local e comecei a instruir aquelas pessoas, usando o conhecimento que tenho. Eu dizia: “Pegue a sua camisa, vamos umedecê-la para colocar no seu rosto, por causa da fumaça”. Notei que tinham outras pessoas querendo entrar no quiosque para retirar as coisas que estavam dentro e eu as instruía: “Não, não… vamos ficar aqui em segurança. Vamos avaliar antes e analisar tudo”. Percebi que tinha um fio descascado lá dentro, mas, mesmo assim fizemos com que tudo corresse bem, com êxito. Nesse momento, eu parei e pensei: às vezes, as pessoas fazem as coisas de qualquer jeito e correm um risco muito grande. Não porquê querem, mas porque elas não receberam esse conhecimento em determinado momento ou lugar. Por isso, eu falo que a DSM forma seres humanos para serem melhores, pois nós obtemos esse conhecimento e o levamos conosco quando saímos da empresa, chegamos em casa ou retornamos ao trabalho. Hoje, temos a visão do que é trabalhar com segurança e fazer as coisas já pensando em segurança.  

Também tive uma experiência com a minha filha, quando ela tinha duas semanas de vida, se engasgou. Naquele momento, comecei a usar o conhecimento que eu adquiri nos treinamentos da Brigada, fiz a manobra e ela voltou! Eu parei e pensei: se eu não tivesse esse conhecimento, a minha filha não estaria mais aqui… e hoje ela está aqui, com 2 anos e 4 meses.  

Eu gosto de falar isso: a DSM te forma como um ser humano melhor, melhor para trabalhar na DSM… mas também, para ser uma pessoa prudente, que se previne, faz as coisas com consciência, tem a segurança para trabalhar e retornar para casa. Por isso, precisamos sempre valorizar essas oportunidades e treinamentos, pois iremos precisar deles não só na DSM, mas fora também. 

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